sexta-feira, 11 de outubro de 2013

já não chega?

Vou-te fazer uma pergunta... Não chega de tretas? Não chega de palavras falsas? 
Chega de pores em causa que no futuro isto e aquilo quando o presente está a passar agora. O que tinha de ser foi e ficou no dia anterior, mas insistes em prever um futuro que tu acreditas que eu acredito. Achas mesmo?
Não acredito em mais nada vindo de alguém que vive por momentos de fantasias com todas as que caiem nas mesmas. Tiveste a oportunidade de ter alguém capaz de suportar isso tudo e esperar. Outra pergunta: não espero para sempre, sabias? 
É assim que o ser humano se cansa.. de esperar pelo outro. Cansa tão emocionalmente e psicologicamente que até quase chega ao fisicamente. É.... Realmente até chega por todas as vezes que caminhamos na direcção da pessoa errada.
Vai, vai viver a tua vida e todas as tuas jogadas de "peixe" fácil na rede e daqui em diante, de uma vez por todas, com o português mais explicito: vai embora do meu ser.
E se eu não voltar a responder, se eu não voltar a caminhar na tua direcção, se eu deixar de aparecer vá lá, não insistas ou achas que já não chega?

Já chega de ti.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

é assim

Estava a chegar a altura. O determinado tempo que cansa, o amor próprio nem reconhecia já o que é ter ego, ter atitude e amor pelo que somos e o que criámos com alcançar e cair, aprender e evoluir...
Chegou a altura do amor próprio ser maior do que as saudades e o sentimento reflectido apenas em memórias. Memórias de alguém que pensei conhecer ou será que cheguei mesmo a conhecer?
Prendemos-nos ao passado e queremos que ele volte como se tudo fosse assim, fácil, não exigimos nada a não ser mais memórias para mais um dia chegarmos à determinada altura novamente.
O passado não é um carrossel e tu não podes estar lá incluído, chega de te pôr no topo e acreditar no bom que há em ti. Mas que fases dizes tu serem? Não são fases, é apenas aquilo que eu não conheci de ti.
Preferi assim porque tu parecias tão diferente somente quando estávamos só tu e eu, foi sempre tudo um lanche de emoções guardadas só para mim. E mesmo que não fosse igual aos tempos de "ontem" continuava a reconhecer em ti alguns detalhes do que ventos fortes levaram por aí...
Voltei a casa e essa casa é onde o enchente da mesma é o meu amor próprio e o que guardo de tudo o que aprendi. Não guardo mais vontade de discutir contigo por aí aquilo que tu já não vês para ti nem para mim.

Irás aprender que quem realmente gosta de ti fica o tempo necessário para marcar tudo o que possa marcar na tua vida, mas jamais ficará por motivos maiores que o seu orgulho e dignidade.

domingo, 19 de maio de 2013

*

Sei que não devo.


Estou a sentir novamente saudades do que não devo sentir. Devia ser errado sentir saudades de quem nos magoa, apenas a cabeça vê isso como um erro. 
Maldito coração que tem uma enchente de memórias que tendem em não desaparecer.
Dou por mim com saudades de coisas simples como chegar e escolher a lista de reprodução daquele computador. A lista para aquela tarde ou para o final de uma tarde depois da escola ou de uma noite fria entre a mudança do fresco Outono para o frio do Inverno. Coisas simples como cantarmos as músicas todas do Anselmo e mostrar músicas um ao outro. Coisas mais simples como um simples abraço quente ou um dos seus casacos enormes para não passar frio enquanto o caminho era feito até casa. 
Ainda me lembro do dia em que me deixou a segundos da porta de casa e veio a correr abraçar-se a mim mesmo depois de já se ter despedido. Agora paro e penso, como é que essa pessoa que fez isso num acto repentino e tão sincero hoje é o que é aos meus olhos? Frieza é o que eu aparenta haver por trás daquele olhar que me dizia tanto... Tudo mudou, mas eu ainda vivo as memórias. Ainda vivo o carinho e os sorrisos, as idas até casa, as noites e tardes de aconchego de um suposto amor, de cantar, conversar, de mensagens e até das saudades quando não estava cá. 
Como hoje em dia se diz as boas raparigas têm tendência em apego errado, mas nada me dizia naquele tempo que o era. As memórias são sem dúvida o pior para o nosso coração mesmo quando a nossa cabeça sabe o que está a fazer. 
Aprendi a sentir saudades e a não ir... Não percorrer aquele caminho e subir aquelas escadas, a entrar e no fim sair como que já nem conhecesse. Aprendi também a ser fiel ao meu respeito próprio e a guardar as saudades numa gaveta no meu coração e outra gaveta cheia de memórias e recordações. Abro-as sem intenção de querer de novo as mesmas, porque sei o que é o melhor para mim e sem dúvida que é aquilo que eu quero, mas não o que preciso. 
Para além de precisar vem antes o que é o melhor para nós e fiz a escolha certa quando decidi as abrir quando sinto que as devo abrir, mas nunca voltar a abrir mais gavetas. Estas chegam mesmo sabendo que não devo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

.go

Não escolhas. Não te encantes à primeira pelo primeiro jeito bandido e atrevido, deixa que te mostrem os motivos para te encantares.
Um dia vais entender que as bad bitches são muitas, mas é somente peixe que vem rápido à rede. A shawty vai deixar de estar lá para ti e valorizar quem realmente lhe cuida, quem lhe dá amasso quando precisa, quem lhe dá sorriso em vez de lágrimas.
Essa shawty era a única com quem devias partir a cama e fazer-lhe sentir que nem rainha, essa rainha que te pôs no trono do lado dela, que viu coisas que não queria ver, que aguentou todas as suas inseguranças esperando ter o seu rei somente com ela. Ninguém tem que parar o mundo para outra pessoa, mas ninguém tem que agarrar e partir a cama com todas esperando esperas e encantos. Desencanto é o que resulta de todas as redes de pesca bem batidas e quando deres por ti a swaty deu o" go" sem tu lhe teres afirmado: "let it go."

quarta-feira, 1 de maio de 2013

quantas?

Quantas vezes o teu orgulho deixou partir quem precisavas que ficasse?
Quantas vezes acreditaste nas mentiras transformadas em palavras bonitas? Acreditavas sempre nelas, naquilo que quem mais querias te dizia.
Quantas vezes passaste na rua e quiseste abraçar?
Quantas vezes foste sabendo que não devias ir?
Quantas vezes esqueceste o teu amor próprio e acabaste com a tua dignidade?
Quantas vezes o teu impulso nem deu para pensar e reagir com a cabeça?
Quantas vezes o teu impulso foi o teu coração?
Quantas vezes tiveste que entender, ver e ouvir para acreditar no que fingias não perceber?
Quantas vezes entraste sabendo que não devias nem subir?
Quantas vezes pensaste nas palavras que ouviste e leste, querendo somente atitudes? Quantas vezes fingiste não te importares com a falta delas?
Quantas vezes ouviste que és perfeita demais para tal, mas mesmo assim aparecia quando já banalizavas as verdades aos teus olhos e realidades dependentes de mentiras?
Quantas vezes fizeste aquilo que não querias fazer para acabares magoada?
Quantas vezes mais é preciso tudo isto para partir?
Quantas vezes?
As vezes necessárias para o teu limite não passar do céu e o teu amor próprio ser o teu maior reflexo de felicidade.
Age! Manda embora! Se as vezes foram assim tantas e nada mudou, ficar não é para ti.
Agora sabes que é a tua vez de partir.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Eles querem saber de nós? Diz-lhes que mesmo não estando juntos, as nossas almas não se separam.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

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Os contos de fadas são giros não achas? E os livros do Nicholas Sparks? Lindos! E todos aqueles filmes que tu vês a darem pela milésima vez na televisão sobre o amor e reencontro e desencontros também são todos muito vividos nos teus sonhos. É normal, todos nós sonhamos com a história que passou na televisão ou pelo romance da Margarida Rebelo Pinto que lemos em menos de uma semana e acabámos na noite passada.
Não nos é proibido sonhar, ter quereres de tudo um pouco e às vezes de não ter nada, ler, observar, questionar e imaginar... É nos permitido viver à nossa maneira, mas nem sempre tomamos o amor como tal ponto de vista. Queremos o amor ideal que lemos no romance da noite passada, dos textos que vamos encontrando pelo nosso "feed de notícias" e pelas nossas páginas nos favoritos. Queremos o abraço, o aconchego, a vida bonita e os beijos longos e apaixonados, mas no entanto "fingidos", que observamos em tudo aquilo que completa o último romance que passou na tv. 
Sabes que mais? Não vivas nem alimentes o que queres por aquilo que vês e mencionas como sendo perfeito porque a intensidade das tuas experiências ou vivências, como achares melhor para chamares ao que é teu, não é igual ao que o escritor escreveu. Ele vai se basear em factos dele ou factos dos outros e desses factos reais podem existir semelhanças com os teus, mas nunca com as mesmas pessoas para serem iguais. 
Está na hora de viveres a tua própria história baseada no amor próprio pelo teu coração de mão dada com a tua maneira de ser para conheceres a continuidade da mesma.

quarta-feira, 6 de março de 2013

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Acontece que eu não quis ir por acaso. Ninguém para além de mim poderia por um travão na minha mania de voltar atrás, nesta mania de regressar ao passado. Fiz isto uma, duas, três vezes e depois? A minha mania descontrolada conseguiu envolver sentimentos guardados há muito no fundo da gaveta do meu coração...(numa das... pois há sempre muitas!)
Não percebi ainda o porquê de me deixar levar por histórias já resolvidas. Afinal, se houve um ponto final nas mesmas porque vou eu atrás de virgulas que podia evitar? Não quero confundir mais sentimentos com falta de atenção ou conforto, isso não nos leva a lado nenhum para além de uma fusão de pensamentos estranhos, dúvidas, gavetas novamente abertas e por aí...

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Mike

Hoje poderia ser um dia cheio de calor em que voltarias a pedir gelados a toda a gente. Se fosse hoje quando me pedisses eu dava-te um, dois, três, quatro... todos os que o tempo e o bolso te pudesse oferecer apenas para puder retomar o meu contacto visual entrelaçado no brilho do teu sorriso.
Recorreria a todos os caminhos para casa mais uma vez, hoje e todas as vezes que ali tivesse que passar, mas na mesma companhia... A tua! Realmente nunca dei valor a tanta brincadeira e gargalhada tua pelo caminho até ao dia em que imaginei não ver mais.
Hoje veria-te mais uma vez a acelerar pelas estradas destas ruas e ouvir a tua voz a meteres-te com quem passava por ti, conhecido ou amigo, tu não eras imune aos olhos de ninguém como não farias ninguém sentir-se como tal. Veria todo o teu jeito de galã e iria rir-me disso, mesmo sabendo que esse jeito era puro e teu, só teu tal como um sorriso puro no meio de tantos esforçados à volta do espaço de cada um.
Queremos imaginar tudo o que não podemos ter de volta, mas podemos sentir quando somos protegidos. Ontem, hoje e depois eu retomaria todas as vivências ocorridas talvez de outra maneira pois saberia que deviam ser mais valorizadas agora e naquele momento não foram, mas não se esquece. Não se esquece e não se deixa partir de vez porque os anjos existem e tu andas por aí, dá para sentir sabes?
Não sei se tens asas, mas sei que tens alma. Não sei se foste perdoado por tudo aquilo que mostraste ser perante atitudes e mau ver dos outros, mas sei que não te deixariam num lugar qualquer a não ser no lugar de todas as estrelas que um dia estiveram aqui. Não sei todos os caminhos que percorres, mas sei que são muitos sendo que existem mais pessoas como eu, com um anjo da guarda. Ele és tu e essa é a minha maior certeza de tantos "não sei".


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

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Tu, queixoso, queixas-te da tua vida, mas eu queria e gostaria de te ver de arma na mão a sobreviver ás custas do que a guerra destrói sem razão. Numa realidade em que lutas pelo pouco que tens e nem a tua dignidade mantens. 
Queixoso que se queixa de escolher bandida atrevida em vez de se preocupar se tem comida, que uma facada de um falso tropa o desilumina, que não investe no futuro porque só vê vida louca e agarrar-se à rotina de descoser-se para mais uma moca com o amigo que partilha a broca, que confunde falsidade com guerra, mas eu agora questiono-me a ti queixoso de vida fácil que levas... Já olhaste bem para o que esta gente sem direitos enfrenta?

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

imagina comigo II

Vais voltar a imaginar comigo...
Fecha os teus olhos brilhantes, como sabes o mais importante para imaginarmos é o fechar dos nossos olhos em conjunto com a força do nosso poder de concentração. Desta vez não te vou pedir nada como da última vez que te escrevi a pedir para que imaginasses, porque agora tudo mudou e eu insisto em escrever para ti como uma boa memória de um grande amor, mas não vai passar disso e imaginar é como sonhar... É bom, mas nem sempre podemos realizar.
Sempre te vi como um espírito livre o que se tornou normal durante o percurso da tua vida, por isso imagino-te como um cavalo negro de pelagem cintilante com a sua crina negra e tão lisa que dá vontade de tocar... Imagina-te como um cavalo selvagem que por alguém foi domesticado e tão depressa voltou a ser solto e retomou às suas origens livres e selvagens. És tu... Estás deveras livre de tudo o que me rodeia e de tudo o que te faça lembrar-te de mim. Agora imagina-te como esse cavalo a correr quando solto, solto para sempre das mãos domésticas do seu ser-humano.
Num prado enorme de verdura bem verde e fresca esse cavalo corre como se nunca tivesse sido selvagem e corre cada vez mais, mas com ele há algo que o segue. Imagina que no céu limpo e azul está um pássaro pequenino e branco que acompanha a correria do cavalo, imaginando que és tu e que o pássaro sou eu, esse pássaro irá voar por cima do prado que o cavalo pisa e olhando pelo caminho sem que o cavalo se quer o note.
Sabes porque me considero esse pássaro? Os cavalos só olham em frente e os pássaros estão lá no alto, por isso tu nunca saberás que por várias vezes eu estarei a par do essencial sobre ti. Não cuidarei de ti porque isso já não faz parte de mim, mas imagina-me como um pequeno anjo que apenas quer imaginar-te a sorrir, não te seguirei nem te procurarei, irei apenas sabendo dos pormenores de ti. Continua livre e corre até não puderes mais pelo caminho certo, como o cavalo negro de pêlo tão brilhante, que vai correndo pelo prado em busca da sua liberdade.
E quando tiver um dia cheio de sol naquele prado verde procura a sombra, mas não deixes que ela te "desilumine". Imagino o brilho do teu sorriso a entrar numa sala cheia de gente e a conquistar todos os que estão à tua volta, como sempre o fizeste num gesto simples de tanta simplicidade.
Procura ser sempre esse cavalo livre e selvagem, mas nunca deixes que te dominem como alguma vez a dor te dominou ou como te fez sentir perdido. Faz como os cavalos, imagina-te mais uma vez como um deles e olha só em frente.
Este pequeno pássaro branco tal como uma roula branca que simboliza a paz vai querer sempre o teu bem e a tua paz interior, mas acima de tudo que não imagines apenas a felicidade apenas que vás atrás dela. Eu irei saber sem teres que cruzar o teu olhar brilhante no meu.
Não terás que te preocupar e muito menos de te esconder, é uma sensação boa ver-te seguir e acima de tudo sorrir.

Apenas vou pedir que voltes a fechar os olhos para finalizar, imagina-me a aparecer só mais uma vez e será a última, sente os meus lábios na tua testa. Irei dar-te um último beijo como sinal de respeito, lento e meigo, e assim que acabares do sentir poderás abrir os olhos pois aí eu já estarei a partir.


domingo, 20 de janeiro de 2013

nele não há amor

Miúda, olha bem à tua volta e vê o quanto o mundo está cheio de melodias. Ainda que não tenhas chegado ao significado de monogamia o Valete na sua melodia dizia: "Homens são assim, cansam-se rápido, não fomos feitos 'pra monogamia. Vivemos com ambição de alpinista, criamos outra conquista depois de outra conquista." e ainda assim acreditas que és a única a dar amor a um conquistador?
Ele diz-te que és bela, perfeita e a única da sua vida e enquanto isso tu acreditas e esse teu querido abusa de ti e a tua história é sempre repetida. Tu és tudo aquilo que ouves e em que acreditas, nas palavras dóceis de mais uma das suas conquistas e ainda te surpreendes quando diz para não te apegares, a paixão é certa e acabas por te apaixonares. 
O jogo está todo posto na mesa e foste cair nele, outra vez? Talvez! As tuas amigas são outras das suas conquistas, mesmo assim elas te avisaram e caíste mais uma vez. Quantas vezes dizes que o adoras e ele mantém-se calado? Mal educado chama-te nomes porque tu o rejeitas, não deixes que ele te use, tu não és desenho animado. É com todas na cama que ele se sente apaixonado. O acto sexual é mais importante, ainda te iludes a achar que és o seu diamante. 
Não tem amor para te dar nem saudade para matar, o que ele quer é com isto te enganar. 
Nele não há amor, acorda miúda. 

Esta miúda sou eu...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ele voltou com o seu jeito especial

Ele conseguiu. Voltou com aquele seu jeito que mexe comigo, com aquele olhar que me mata e que fica parado a fixar em mim, com os lábios a roçarem nos meus, com as brincadeiras que me fazem rir por mais parvas que possam parecer, com o seu toque na minha pele que me arrepia até à espinha e com umas simples palavras de saudades, o meu ser lembrou-se de tudo o que eu tinha para tentar esquecer.
Ele sempre teve aquele seu jeito que fazia algo parar de raciocinar porque no fundo sempre pareceu cuidar de mim, mesmo não sendo o tal alguém que eu vejo como o amor da minha vida. O amor da minha vida já não sabia cuidar do meu ser, e voltei a encontrar aquele jeito na pessoa errada. Errada, mas que sabe como fazer apegar.
Odeio admitir que por mais que me tente afastar e guardar para mim, aquele jeito dá cabo do meu sistema e eu que sei muito bem que não devia. Podia não saber, mas sei e o problema é mesmo esse. Querer, mas não ser o melhor para nós. Engraçado como até o facto de tal coisa são as recordações do que foi bom e volto a repetir: aquele seu jeito bandido que dá cabo de mim.
Ter saudades de todas, é isso. Ter saudades de todas, as palavras não diferenciarem nas mensagens para mim tanto como para as outras, as outras que são mais umas tal como eu aos seus olhos. E eu não quero ser mais uma, não preciso disso e de sentir que a ocasião traz decepção.
E lá está... é difícil não resistir a toda a sua maneira de ser.