Tu, queixoso, queixas-te da tua vida, mas eu queria e gostaria de te ver de arma na mão a sobreviver ás custas do que a guerra destrói sem razão. Numa realidade em que lutas pelo pouco que tens e nem a tua dignidade mantens.
Queixoso que se queixa de escolher bandida atrevida em vez de se preocupar se tem comida, que uma facada de um falso tropa o desilumina, que não investe no futuro porque só vê vida louca e agarrar-se à rotina de descoser-se para mais uma moca com o amigo que partilha a broca, que confunde falsidade com guerra, mas eu agora questiono-me a ti queixoso de vida fácil que levas... Já olhaste bem para o que esta gente sem direitos enfrenta?

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