Dou por mim a pensar como é que há pessoas sem capacidade para se sentir no lugar do outro ser que está para além deles.
Parece-me que está cada vez mais rápida a maneira como se descriminam as forças que se fazem sentir. Os sentimentos, aquilo que há de natural em nós.
Olhar pelo outro, cuidar, viver, amar, preocupar, sentir, acreditar, confiar e por aí são razōes que nos fazem acreditar que também sentimos, mas nem todos nós, como devia ser, sentimos pelos outros. Há quem sinta por si mesmo e com isto leva ao egoísmo de tremenda parte que se esquece de quem reflete pelos seus actos.
É fácil pensarmos em nós, mas nunca nos lembramos de quem estamos a pôr juntamente com os nossos actos.
A vontade de matarmos as nossas próprias vontades e satisfações nem sempre nos faz ver e refletir sobre a força que isso poderá fraquejar o outro. As nossas intenções não boas e boas será que vão para além do que o outro pensará? Será que é isto mesmo que queremos ou será que há mais para pensar e diferente de pensar, refletir? ... Por não pensarmos assim os caminhos enganam e magoamos quem achámos que não ia notar e acabamos por nos perder em desculpas que sabemos que o outro nem vai querer ouvir.
São os nossos actos egoístas que não nos fazem enchergar o modo como estamos a agir e que coração estamos a influenciar para os egoísmos e para certezas que as nossas vontades não deixam ouvir.
Por isso, o melhor é tentarmos sempre, porque tentar é algo pequeno, mas não nos faz arrepender, só que.... Se sabemos que não há mais caminho para nós continuarmos a andar não vamos deixar pedras mais à frente sabendo que não iremos querer lá ir.
Joana Pais Lopes
Alma
Rastos de intimidade da minha alma.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
diferenças
Há uma diferença em quem te quer bem e quem se aproveita de ti. Depende da maneira como aceitas que se cheguem a ti. É verdade que às vezes na intimidade das palavras, principalmente as mais bonitas, que ao senti-las, porque há quem as sinta e não só as olhe, as sinta sem o grau de intensidade mau que elas nos podem trazer.
Há pessoas que mexem connosco e há também dentro do ser dessas pessoas as intenções. As suas intenções, umas nos apresentadas, outras são modificadas com palavras. Cabe a nós que nos iludimos com tudo e com nada as aceitar ou descartar. Desvalorizar-mos o nosso valor para as mesmas serem realizadas, ou então cabe-nos apenas entender o que de bom há para nós e esquecer os olhos dos outros e para que nos querem e pensarmos na pessoa que somos.
Todos as temos, mas nem todos as conseguimos pôr numa balança e achar que essas mesmo intenções, com as suas formas, maneiras, acções... Podem provocar um rasgo de ser de quem as pensa ou abdica.
Devemos e podemos dar de nós, mas............................
Há pessoas que mexem connosco e há também dentro do ser dessas pessoas as intenções. As suas intenções, umas nos apresentadas, outras são modificadas com palavras. Cabe a nós que nos iludimos com tudo e com nada as aceitar ou descartar. Desvalorizar-mos o nosso valor para as mesmas serem realizadas, ou então cabe-nos apenas entender o que de bom há para nós e esquecer os olhos dos outros e para que nos querem e pensarmos na pessoa que somos.
Todos as temos, mas nem todos as conseguimos pôr numa balança e achar que essas mesmo intenções, com as suas formas, maneiras, acções... Podem provocar um rasgo de ser de quem as pensa ou abdica.
Devemos e podemos dar de nós, mas............................
domingo, 23 de março de 2014
Gavetas
Estou de volta às gavetas que se abrem e fecham quando a saudade de ti aperta e quando todos os bocadinhos de ti que fui nelas guardando voltam à memória e a percorrer todas as células do meu corpo e ao sangue que me percorre nas veias que vai chegando ao coração e que revelam o meu ser e mais difícil ainda é remexer com o que de tanto parecer certo, acabou a ser errado.
O ser humano é deveras engraçado sabias? Eu dou por mim à tua procura e para quê? Quando nós menos queremos e apressamos as nossas vontades e ansiedades é quando tudo o que queremos não aparece diante de nós, nem perto nem longe, sem meio termo e sem coincidências, De repente, dou por mim a cruzar com tudo o que enche as gavetas da minha memória e recordação. Encho-me de saudade e de maneiras totalmente esquecidas de me expressar.
E cá estou eu a chegar à única maneira mais normal que encontro de me referir a gavetas na mesma frase que a saudade e a recordação. Tudo porque quando menos espero apareces e não importa se da melhor forma ou não, mas apareces! Umas vezes falas e outras o silencio domina-te. Outras vezes eu pressinto sem tu imaginares que o sinto e sem sequer cruzares o mesmo caminho que percorro no momento.
Hoje por alguma razão a gaveta da minha memória gravada com o teu nome voltou a abrir-se e de todas as misturas de sentimentos, vivências e aprendizagens que se encontram acumuladas dentro da mesma apareceste tu. Sabes que há coisas que não são por acaso? Esta gaveta ensinou-me isto todos os dias que teimava em abrir quando eu queria a fechar. E sabes quando acordas com o remexer no passado e nas saudades de maneira inesperada?
Eu hoje acordei assim e sem querer, sem menos esperar tu voltaste a aparecer sem sequer saberes da minha presença.
São as gavetas..........
Hoje por alguma razão a gaveta da minha memória gravada com o teu nome voltou a abrir-se e de todas as misturas de sentimentos, vivências e aprendizagens que se encontram acumuladas dentro da mesma apareceste tu. Sabes que há coisas que não são por acaso? Esta gaveta ensinou-me isto todos os dias que teimava em abrir quando eu queria a fechar. E sabes quando acordas com o remexer no passado e nas saudades de maneira inesperada?
Eu hoje acordei assim e sem querer, sem menos esperar tu voltaste a aparecer sem sequer saberes da minha presença.
São as gavetas..........
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
já não chega?
Vou-te fazer uma pergunta... Não chega de tretas? Não chega de palavras falsas?
Chega de pores em causa que no futuro isto e aquilo quando o presente está a passar agora. O que tinha de ser foi e ficou no dia anterior, mas insistes em prever um futuro que tu acreditas que eu acredito. Achas mesmo?
Não acredito em mais nada vindo de alguém que vive por momentos de fantasias com todas as que caiem nas mesmas. Tiveste a oportunidade de ter alguém capaz de suportar isso tudo e esperar. Outra pergunta: não espero para sempre, sabias?
É assim que o ser humano se cansa.. de esperar pelo outro. Cansa tão emocionalmente e psicologicamente que até quase chega ao fisicamente. É.... Realmente até chega por todas as vezes que caminhamos na direcção da pessoa errada.
Vai, vai viver a tua vida e todas as tuas jogadas de "peixe" fácil na rede e daqui em diante, de uma vez por todas, com o português mais explicito: vai embora do meu ser.
E se eu não voltar a responder, se eu não voltar a caminhar na tua direcção, se eu deixar de aparecer vá lá, não insistas ou achas que já não chega?
Já chega de ti.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
é assim
Estava a chegar a altura. O determinado tempo que cansa, o amor próprio nem reconhecia já o que é ter ego, ter atitude e amor pelo que somos e o que criámos com alcançar e cair, aprender e evoluir...
Chegou a altura do amor próprio ser maior do que as saudades e o sentimento reflectido apenas em memórias. Memórias de alguém que pensei conhecer ou será que cheguei mesmo a conhecer?
Prendemos-nos ao passado e queremos que ele volte como se tudo fosse assim, fácil, não exigimos nada a não ser mais memórias para mais um dia chegarmos à determinada altura novamente.
O passado não é um carrossel e tu não podes estar lá incluído, chega de te pôr no topo e acreditar no bom que há em ti. Mas que fases dizes tu serem? Não são fases, é apenas aquilo que eu não conheci de ti.
Preferi assim porque tu parecias tão diferente somente quando estávamos só tu e eu, foi sempre tudo um lanche de emoções guardadas só para mim. E mesmo que não fosse igual aos tempos de "ontem" continuava a reconhecer em ti alguns detalhes do que ventos fortes levaram por aí...
Voltei a casa e essa casa é onde o enchente da mesma é o meu amor próprio e o que guardo de tudo o que aprendi. Não guardo mais vontade de discutir contigo por aí aquilo que tu já não vês para ti nem para mim.
Irás aprender que quem realmente gosta de ti fica o tempo necessário para marcar tudo o que possa marcar na tua vida, mas jamais ficará por motivos maiores que o seu orgulho e dignidade.
Chegou a altura do amor próprio ser maior do que as saudades e o sentimento reflectido apenas em memórias. Memórias de alguém que pensei conhecer ou será que cheguei mesmo a conhecer?
Prendemos-nos ao passado e queremos que ele volte como se tudo fosse assim, fácil, não exigimos nada a não ser mais memórias para mais um dia chegarmos à determinada altura novamente.
O passado não é um carrossel e tu não podes estar lá incluído, chega de te pôr no topo e acreditar no bom que há em ti. Mas que fases dizes tu serem? Não são fases, é apenas aquilo que eu não conheci de ti.
Preferi assim porque tu parecias tão diferente somente quando estávamos só tu e eu, foi sempre tudo um lanche de emoções guardadas só para mim. E mesmo que não fosse igual aos tempos de "ontem" continuava a reconhecer em ti alguns detalhes do que ventos fortes levaram por aí...
Voltei a casa e essa casa é onde o enchente da mesma é o meu amor próprio e o que guardo de tudo o que aprendi. Não guardo mais vontade de discutir contigo por aí aquilo que tu já não vês para ti nem para mim.
Irás aprender que quem realmente gosta de ti fica o tempo necessário para marcar tudo o que possa marcar na tua vida, mas jamais ficará por motivos maiores que o seu orgulho e dignidade.
domingo, 19 de maio de 2013
*
Sei que não devo.
Estou a sentir novamente saudades do que não devo sentir. Devia ser errado sentir saudades de quem nos magoa, apenas a cabeça vê isso como um erro.
Maldito coração que tem uma enchente de memórias que tendem em não desaparecer.
Dou por mim com saudades de coisas simples como chegar e escolher a lista de reprodução daquele computador. A lista para aquela tarde ou para o final de uma tarde depois da escola ou de uma noite fria entre a mudança do fresco Outono para o frio do Inverno. Coisas simples como cantarmos as músicas todas do Anselmo e mostrar músicas um ao outro. Coisas mais simples como um simples abraço quente ou um dos seus casacos enormes para não passar frio enquanto o caminho era feito até casa.
Ainda me lembro do dia em que me deixou a segundos da porta de casa e veio a correr abraçar-se a mim mesmo depois de já se ter despedido. Agora paro e penso, como é que essa pessoa que fez isso num acto repentino e tão sincero hoje é o que é aos meus olhos? Frieza é o que eu aparenta haver por trás daquele olhar que me dizia tanto... Tudo mudou, mas eu ainda vivo as memórias. Ainda vivo o carinho e os sorrisos, as idas até casa, as noites e tardes de aconchego de um suposto amor, de cantar, conversar, de mensagens e até das saudades quando não estava cá.
Como hoje em dia se diz as boas raparigas têm tendência em apego errado, mas nada me dizia naquele tempo que o era. As memórias são sem dúvida o pior para o nosso coração mesmo quando a nossa cabeça sabe o que está a fazer.
Aprendi a sentir saudades e a não ir... Não percorrer aquele caminho e subir aquelas escadas, a entrar e no fim sair como que já nem conhecesse. Aprendi também a ser fiel ao meu respeito próprio e a guardar as saudades numa gaveta no meu coração e outra gaveta cheia de memórias e recordações. Abro-as sem intenção de querer de novo as mesmas, porque sei o que é o melhor para mim e sem dúvida que é aquilo que eu quero, mas não o que preciso.
Para além de precisar vem antes o que é o melhor para nós e fiz a escolha certa quando decidi as abrir quando sinto que as devo abrir, mas nunca voltar a abrir mais gavetas. Estas chegam mesmo sabendo que não devo.
terça-feira, 14 de maio de 2013
.go
Não escolhas. Não te encantes à primeira pelo primeiro jeito bandido e atrevido, deixa que te mostrem os motivos para te encantares.
Um dia vais entender que as bad bitches são muitas, mas é somente peixe que vem rápido à rede. A shawty vai deixar de estar lá para ti e valorizar quem realmente lhe cuida, quem lhe dá amasso quando precisa, quem lhe dá sorriso em vez de lágrimas.
Essa shawty era a única com quem devias partir a cama e fazer-lhe sentir que nem rainha, essa rainha que te pôs no trono do lado dela, que viu coisas que não queria ver, que aguentou todas as suas inseguranças esperando ter o seu rei somente com ela. Ninguém tem que parar o mundo para outra pessoa, mas ninguém tem que agarrar e partir a cama com todas esperando esperas e encantos. Desencanto é o que resulta de todas as redes de pesca bem batidas e quando deres por ti a swaty deu o" go" sem tu lhe teres afirmado: "let it go."
Um dia vais entender que as bad bitches são muitas, mas é somente peixe que vem rápido à rede. A shawty vai deixar de estar lá para ti e valorizar quem realmente lhe cuida, quem lhe dá amasso quando precisa, quem lhe dá sorriso em vez de lágrimas.
Essa shawty era a única com quem devias partir a cama e fazer-lhe sentir que nem rainha, essa rainha que te pôs no trono do lado dela, que viu coisas que não queria ver, que aguentou todas as suas inseguranças esperando ter o seu rei somente com ela. Ninguém tem que parar o mundo para outra pessoa, mas ninguém tem que agarrar e partir a cama com todas esperando esperas e encantos. Desencanto é o que resulta de todas as redes de pesca bem batidas e quando deres por ti a swaty deu o" go" sem tu lhe teres afirmado: "let it go."
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