Fecha os teus olhos brilhantes, como sabes o mais importante para imaginarmos é o fechar dos nossos olhos em conjunto com a força do nosso poder de concentração. Desta vez não te vou pedir nada como da última vez que te escrevi a pedir para que imaginasses, porque agora tudo mudou e eu insisto em escrever para ti como uma boa memória de um grande amor, mas não vai passar disso e imaginar é como sonhar... É bom, mas nem sempre podemos realizar.
Sempre te vi como um espírito livre o que se tornou normal durante o percurso da tua vida, por isso imagino-te como um cavalo negro de pelagem cintilante com a sua crina negra e tão lisa que dá vontade de tocar... Imagina-te como um cavalo selvagem que por alguém foi domesticado e tão depressa voltou a ser solto e retomou às suas origens livres e selvagens. És tu... Estás deveras livre de tudo o que me rodeia e de tudo o que te faça lembrar-te de mim. Agora imagina-te como esse cavalo a correr quando solto, solto para sempre das mãos domésticas do seu ser-humano.
Num prado enorme de verdura bem verde e fresca esse cavalo corre como se nunca tivesse sido selvagem e corre cada vez mais, mas com ele há algo que o segue. Imagina que no céu limpo e azul está um pássaro pequenino e branco que acompanha a correria do cavalo, imaginando que és tu e que o pássaro sou eu, esse pássaro irá voar por cima do prado que o cavalo pisa e olhando pelo caminho sem que o cavalo se quer o note.
Sabes porque me considero esse pássaro? Os cavalos só olham em frente e os pássaros estão lá no alto, por isso tu nunca saberás que por várias vezes eu estarei a par do essencial sobre ti. Não cuidarei de ti porque isso já não faz parte de mim, mas imagina-me como um pequeno anjo que apenas quer imaginar-te a sorrir, não te seguirei nem te procurarei, irei apenas sabendo dos pormenores de ti. Continua livre e corre até não puderes mais pelo caminho certo, como o cavalo negro de pêlo tão brilhante, que vai correndo pelo prado em busca da sua liberdade.
E quando tiver um dia cheio de sol naquele prado verde procura a sombra, mas não deixes que ela te "desilumine". Imagino o brilho do teu sorriso a entrar numa sala cheia de gente e a conquistar todos os que estão à tua volta, como sempre o fizeste num gesto simples de tanta simplicidade.
Procura ser sempre esse cavalo livre e selvagem, mas nunca deixes que te dominem como alguma vez a dor te dominou ou como te fez sentir perdido. Faz como os cavalos, imagina-te mais uma vez como um deles e olha só em frente.
Este pequeno pássaro branco tal como uma roula branca que simboliza a paz vai querer sempre o teu bem e a tua paz interior, mas acima de tudo que não imagines apenas a felicidade apenas que vás atrás dela. Eu irei saber sem teres que cruzar o teu olhar brilhante no meu.
Não terás que te preocupar e muito menos de te esconder, é uma sensação boa ver-te seguir e acima de tudo sorrir.
Apenas vou pedir que voltes a fechar os olhos para finalizar, imagina-me a aparecer só mais uma vez e será a última, sente os meus lábios na tua testa. Irei dar-te um último beijo como sinal de respeito, lento e meigo, e assim que acabares do sentir poderás abrir os olhos pois aí eu já estarei a partir.
Num prado enorme de verdura bem verde e fresca esse cavalo corre como se nunca tivesse sido selvagem e corre cada vez mais, mas com ele há algo que o segue. Imagina que no céu limpo e azul está um pássaro pequenino e branco que acompanha a correria do cavalo, imaginando que és tu e que o pássaro sou eu, esse pássaro irá voar por cima do prado que o cavalo pisa e olhando pelo caminho sem que o cavalo se quer o note.
Sabes porque me considero esse pássaro? Os cavalos só olham em frente e os pássaros estão lá no alto, por isso tu nunca saberás que por várias vezes eu estarei a par do essencial sobre ti. Não cuidarei de ti porque isso já não faz parte de mim, mas imagina-me como um pequeno anjo que apenas quer imaginar-te a sorrir, não te seguirei nem te procurarei, irei apenas sabendo dos pormenores de ti. Continua livre e corre até não puderes mais pelo caminho certo, como o cavalo negro de pêlo tão brilhante, que vai correndo pelo prado em busca da sua liberdade.
E quando tiver um dia cheio de sol naquele prado verde procura a sombra, mas não deixes que ela te "desilumine". Imagino o brilho do teu sorriso a entrar numa sala cheia de gente e a conquistar todos os que estão à tua volta, como sempre o fizeste num gesto simples de tanta simplicidade.
Procura ser sempre esse cavalo livre e selvagem, mas nunca deixes que te dominem como alguma vez a dor te dominou ou como te fez sentir perdido. Faz como os cavalos, imagina-te mais uma vez como um deles e olha só em frente.
Este pequeno pássaro branco tal como uma roula branca que simboliza a paz vai querer sempre o teu bem e a tua paz interior, mas acima de tudo que não imagines apenas a felicidade apenas que vás atrás dela. Eu irei saber sem teres que cruzar o teu olhar brilhante no meu.
Não terás que te preocupar e muito menos de te esconder, é uma sensação boa ver-te seguir e acima de tudo sorrir.
Apenas vou pedir que voltes a fechar os olhos para finalizar, imagina-me a aparecer só mais uma vez e será a última, sente os meus lábios na tua testa. Irei dar-te um último beijo como sinal de respeito, lento e meigo, e assim que acabares do sentir poderás abrir os olhos pois aí eu já estarei a partir.