Há uma diferença em quem te quer bem e quem se aproveita de ti. Depende da maneira como aceitas que se cheguem a ti. É verdade que às vezes na intimidade das palavras, principalmente as mais bonitas, que ao senti-las, porque há quem as sinta e não só as olhe, as sinta sem o grau de intensidade mau que elas nos podem trazer.
Há pessoas que mexem connosco e há também dentro do ser dessas pessoas as intenções. As suas intenções, umas nos apresentadas, outras são modificadas com palavras. Cabe a nós que nos iludimos com tudo e com nada as aceitar ou descartar. Desvalorizar-mos o nosso valor para as mesmas serem realizadas, ou então cabe-nos apenas entender o que de bom há para nós e esquecer os olhos dos outros e para que nos querem e pensarmos na pessoa que somos.
Todos as temos, mas nem todos as conseguimos pôr numa balança e achar que essas mesmo intenções, com as suas formas, maneiras, acções... Podem provocar um rasgo de ser de quem as pensa ou abdica.
Devemos e podemos dar de nós, mas............................