quarta-feira, 3 de abril de 2013

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Os contos de fadas são giros não achas? E os livros do Nicholas Sparks? Lindos! E todos aqueles filmes que tu vês a darem pela milésima vez na televisão sobre o amor e reencontro e desencontros também são todos muito vividos nos teus sonhos. É normal, todos nós sonhamos com a história que passou na televisão ou pelo romance da Margarida Rebelo Pinto que lemos em menos de uma semana e acabámos na noite passada.
Não nos é proibido sonhar, ter quereres de tudo um pouco e às vezes de não ter nada, ler, observar, questionar e imaginar... É nos permitido viver à nossa maneira, mas nem sempre tomamos o amor como tal ponto de vista. Queremos o amor ideal que lemos no romance da noite passada, dos textos que vamos encontrando pelo nosso "feed de notícias" e pelas nossas páginas nos favoritos. Queremos o abraço, o aconchego, a vida bonita e os beijos longos e apaixonados, mas no entanto "fingidos", que observamos em tudo aquilo que completa o último romance que passou na tv. 
Sabes que mais? Não vivas nem alimentes o que queres por aquilo que vês e mencionas como sendo perfeito porque a intensidade das tuas experiências ou vivências, como achares melhor para chamares ao que é teu, não é igual ao que o escritor escreveu. Ele vai se basear em factos dele ou factos dos outros e desses factos reais podem existir semelhanças com os teus, mas nunca com as mesmas pessoas para serem iguais. 
Está na hora de viveres a tua própria história baseada no amor próprio pelo teu coração de mão dada com a tua maneira de ser para conheceres a continuidade da mesma.

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