Não nos é proibido sonhar, ter quereres de tudo um pouco e às vezes de não ter nada, ler, observar, questionar e imaginar... É nos permitido viver à nossa maneira, mas nem sempre tomamos o amor como tal ponto de vista. Queremos o amor ideal que lemos no romance da noite passada, dos textos que vamos encontrando pelo nosso "feed de notícias" e pelas nossas páginas nos favoritos. Queremos o abraço, o aconchego, a vida bonita e os beijos longos e apaixonados, mas no entanto "fingidos", que observamos em tudo aquilo que completa o último romance que passou na tv.
Sabes que mais? Não vivas nem alimentes o que queres por aquilo que vês e mencionas como sendo perfeito porque a intensidade das tuas experiências ou vivências, como achares melhor para chamares ao que é teu, não é igual ao que o escritor escreveu. Ele vai se basear em factos dele ou factos dos outros e desses factos reais podem existir semelhanças com os teus, mas nunca com as mesmas pessoas para serem iguais.
Está na hora de viveres a tua própria história baseada no amor próprio pelo teu coração de mão dada com a tua maneira de ser para conheceres a continuidade da mesma.
Sem comentários:
Enviar um comentário