quarta-feira, 24 de outubro de 2012

carta

Numa aula de Português no ano passado, dia 12 de Setembro de 2011 estava eu no 12º ano quando a professora querida deu às alunas o sumário da lição nº qualquer coisa do Módulo 9. Para grande surpresa nossa constava no sumário a elaboração de uma carta que teria de ser feita em 45minutos, mas como todos os alunos em geral escrita criativa a uma hora daquelas da manhã antes do almoço não dava com nada.
Bem, lá teve que ser feita a carta mesmo que todas nós nos queixássemos de falta de imaginação. Pensei e repensei e nem sabia para quem escrever até que me lembro do meu querido e eterno amigo de longa data e logo a inspiração que eu acreditava ser inexistente decidiu aparecer.
Passo então para a carta pedida:


Estoril, 12 de Setembro de 2011

Querido Anjo da Guarda,


Já reparaste com certeza que aqui, em baixo, na Terra, todos nós sentimos a tua falta. É impossível não reparar que o tempo por mais longo que seja e mesmo que não tenha fim passa tão rápido!
No outro dia, fui deixar-te uma rosa branca. Sabes que sempre que puder vou-te deixar um miminho, mas para mim escrever de vez em quando para ti e lembrar-me de ti sabe melhor. Faz-me uma enorme impressão imaginar que por baixo daquela terra que pisamos deixámos algo que nos faz tanta falta.
Daqui a uns dias passo lá para deixar-te outra rosa, prometo!

Com todo o carinho

Joana Pais Lopes

Sem comentários:

Enviar um comentário