Bem, lá teve que ser feita a carta mesmo que todas nós nos queixássemos de falta de imaginação. Pensei e repensei e nem sabia para quem escrever até que me lembro do meu querido e eterno amigo de longa data e logo a inspiração que eu acreditava ser inexistente decidiu aparecer.
Passo então para a carta pedida:
Estoril, 12 de Setembro de 2011
Querido Anjo da Guarda,
Já reparaste com certeza que aqui, em baixo, na Terra, todos nós sentimos a tua falta. É impossível não reparar que o tempo por mais longo que seja e mesmo que não tenha fim passa tão rápido!
No outro dia, fui deixar-te uma rosa branca. Sabes que sempre que puder vou-te deixar um miminho, mas para mim escrever de vez em quando para ti e lembrar-me de ti sabe melhor. Faz-me uma enorme impressão imaginar que por baixo daquela terra que pisamos deixámos algo que nos faz tanta falta.
Daqui a uns dias passo lá para deixar-te outra rosa, prometo!
Com todo o carinho
Joana Pais Lopes
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